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SERÁ A MORTE O FIM DE TODA A EXISTÊNCIA?
Só que a certeza da morte, traz com ela, uma incerteza ainda maior: O que virá depois? Para quem não tem, nem fé nem esperança, nem Deus neste mundo, o panorama apresenta-se, sobremodo, desolador! Qualquer tentativa de auto-convencimento de que a morte é o fim do caminho, esfuma-se, inevitavelmente, quando se chega ao limiar do desconhecido. Dizer-se: Ah, ninguém sabe o que existe para lá da morte; ou: Nunca ninguém voltou cá para contar; parece ser a saída mais airosa, mas, mesmo assim, nada consoladora! Claro! É mais fácil não saber, nem querer saber, do que procurar saber se alguém sabe o que virá depois! Na verdade, há um homem que foi e voltou. Não para contar o que viu, mas para provar que venceu a morte! Ouçam o que ele diz: “Eu sou o que vivo; fui morto, mas estou vivo para todo o sempre! E tenho as chaves da morte e do inferno.” Ap.1:18 E o que diz a Escritura: “Portanto, visto que os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo; e livrasse a todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão.” Hb.2:14,15 Já antes ele mesmo havia dito: “Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão” Jo.5:25; e também: “Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer” Jo.5:21; e ainda: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim, nunca morrerá” Jo.11:25,26. Para de seguida demonstrar o poder das suas palavras ao ressuscitar o morto Lázaro, sepultado há quatro dias! Este homem é: JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS. Aquele a quem Deus “exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Cristo Jesus é o Senhor, para glória de Deus Pai”. Fl.2:9-11 Porque “em nenhum outro há salvação, pois também debaixo do céu nenhum outro nome há, pelo qual devamos ser salvos”. At.4:12 Outros houve, que deram testemunho da confiança que os animava, como Paulo, o apóstolo, que disse: “Mas temos confiança, preferindo deixar este corpo e habitar com o Senhor” 2Co.5:8; e também: “Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, o que é muito melhor” Fl.1:23; e ainda: “Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus” 2Co.5:1. E Estêvão, que antes do seu apedrejamento, não se deparou com a face negra da morte, mas com a visão da glória de Deus, e de Jesus, que estava à direita de Deus. At.8:55 Muitos perguntarão: Como posso ter a certeza de que isto é verdade? Vejamos quais as opções: 1.Acreditar que na morte todos vão para o mesmo lugar e, ponto final. 2.Crer no testemunho que a Palavra de Deus dá: “Quem crê no Filho de Deus, em si mesmo tem o testemunho. Quem não crê em Deus, mentiroso o faz, porque não crê no testemunho que Deus dá acerca do seu Filho. O testemunho é este: Deus nos deu a vida eterna, e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida.” 1Jo.5:10-12 Requer-se de cada um, exactamente a mesma acção de fé para crer que a morte é o fim; ou, para crer que a morte é, nada mais que a passagem para uma nova forma de vida. Por que será a escolha, assim tão difícil? Se a escolha fosse entre religiões, a dificuldade era compreensível e justificável! Mas a escolha é entre o que os homens dizem, e o que Deus declara! Não se confunda Deus e a sua Palavra, com os homens e o que eles falam; e muito menos, com as religiões e os seus credos! Deus chegou primeiro que os homens, e muito antes que as religiões! Ele não precisa de uns nem de outros para se manifestar, nem para dar a conhecer o seu poder e a sua glória! O que afirmamos é: “Sempre seja Deus verdadeiro, e todo o homem mentiroso” Rm.3:4, pois “se eles não falarem segundo esta palavra (a Palavra de Deus), nunca verão a alva” Is.8:20. Quem no seu perfeito juízo, perante esta proposta, poderia desprezar o conselho de Deus: “Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra ti que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição. Agora escolhe a vida, para que vivas, tu e os teus filhos, amando o Senhor teu Deus, dando ouvidos à sua voz, e apegando-te a ele. Pois ele é a tua vida.” Dt.30:19,20 Reforçado nestas, e em muitas mais afirmações de Jesus: “Em verdade, em verdade vos digo que se alguém guardar a minha palavra, jamais verá a morte.” Jo.8:51 “Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para vida.” Jo.5:24 “Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer deste pão, viverá para sempre.” Jo.6:51 A morte não fazia parte do plano original de Deus para o homem, tornou-se a herança maldita que veio sobre toda a humanidade como consequência da escolha errada: “Ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás, pois no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” Gn.2:16,17 E, como pela desobediência de um homem (Adão), “entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram”. Rm.5:12 Ainda hoje continua a ser assim! A escolha que cada um faz, determina a recompensa que lhe caberá: “Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, em Cristo Jesus nosso Senhor.” Rm.6:23 Na morte do corpo nenhum homem cessa de existir, passa, simplesmente, a viver numa outra dimensão, em um de dois lugares possíveis, assim designados por Jesus: “Seio de Abraão” Lc.16:22 ou “Paraíso” Lc.23:43; e “Inferno” Lc.16:23/Mt.18:9. A morte, verdadeiramente dita, acontece, não quando cessam todas as funções vitais do corpo, mas quando terminam todas as possibilidades de salvação, e o homem é, definitiva e irrevogavelmente, excluído do reino de Deus! A diferença entre vida eterna e morte eterna pode resumir-se assim: Com Deus, todos vivem eternamente; sem Deus, todos morrem eternamente! De modo que, se “aos homens está ordenado morrer uma só vez, vindo depois disso o juízo” Hb.9:27, convém, então, o homem estar preparado para ajustar contas, quando for apresentado perante o tribunal de Cristo, que foi constituído por Deus “juiz dos vivos e dos mortos” At.10:42, “para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal”. 2Co.5:10 A decisão é agora, durante o tempo que se chama: Hoje. Amanhã, será tarde demais! 04-11-2009 J.R.
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